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Da Redação
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Público enfrenta lama durante o festival Lollapalooza em SP17 fotos
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29.mar.2013 - O público do festival Lollapalooza faz o que pode para caminhar entre poças de água e lama durante o evento. Algumas pessoas reclamaram do cheiro de estrume Leia maisLeandro Moraes/UOL
Para muita gente, divertido mesmo, em um festival, parece ser ir para lá e para cá., seja para ver o show da banda preferida ou para encontrar amigos. O primeiro dia do Lollapalooza, ontem, não foi diferente. Com grande parte do público apático aos shows – exceto o da banda americana The Killers, que reuniu 52 mil pessoas em frente ao palco, no final da noite -, a circulação foi a grande atração.
Qual foi o melhor show do primeiro dia do Lollapalooza Brasil 2013?
A farra do deslocamento, no entanto, encontrava um entrave. A lama e o cheiro de fezes de cavalo – muitas vezes os dois juntos – inibiam a passagem do público por certos trechos do Jockey Club.
Com um line up eclético, havia opções também no caminho a seguir. Dava para escolher o trecho com esterco ou sem. No primeiro caso, a travessia do palco Butantã para o Cidade Jardim – os dois extremos do Lollapalooza – levava cerca de sete minutos, segundo marcou o repórter. O trajeto com o sapato um pouco menos sujo durava em torno de dez minutos. Parece pouco, mas era o tempo suficiente para perder uma música de quem estivesse em um dos dois palcos.
O lance opcional também funcionou com os espaços reservados às apresentações. Dependendo da programação, o som vazava de um palco para o outro de tal forma que, no momento em que o Cake tocava, por exemplo, o DJ Porter Robinson, na tenda eletrônica ao lado, cobria tanto o som da banda americana que tinha-se a impressão que o melhor lugar para se ouvir Robinson era na frente do palco do Cake.
Ao menos não faltaram heróis para a noite. Brandon Flowers, vocalista do Killers, por ter feito o público pular e cantar junto, foi um. Mas a principal figura do primeiro dia de Lolla chama-se Wayne Coyne e canta na banda americana The Flaming Lips. É, até agora, o "doidão" do Lolla, no bom sentido do termo. Entrou com uma boneca no colo, fingindo que o objeto era um bebê. "Ela continua dormindo. Está acostumada com o som alto", disse à platéia, mais adiante. Até espantou parte do público que esperava o Killers. Mesmo o canal de TV paga que exibia os shows ao vivo cortou a transmissão durante a performance dos Lips.
Quem prestou atenção, no entanto, viu o melhor show da noite. Com grande influência do rock progressivo e do som psicodélico dos anos 1970, o Flaming Lips expôs no palco grandes momentos de lirismo musical, principalmente quanto tocou a bela "Do You Realize?".
Veja fotos do 1º dia do Lollapalooza em SP190 fotos
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29.mar.2013 - Com sucessos como "Mr. Brightside", The Killers animou o público que aguardou o último show do primeiro dia de Lollapalooza Brasil 2013 Leia maisAdriano Vizoni/Folhapress
Coreia do Sul não nota movimento de
tropas norte-coreanas após ameaça
Coreia do Norte informou ter entrado em 'estado de guerra' com rival do Sul. Seul disse estar pronta para se defender; Rússia pediu moderação.
As Forças Armadas sul-coreanas, que há semanas mantêm uma estreita vigilância sobre a Coreia do Norte devido às repetidas e crescentes ameaças do regime de Kim Jong-un, não detectaram nas últimas horas ações de relevância no país vizinho, disse uma fonte militar à agência local "Yonhap".
O Ministério da Defesa de Seul emitiu um comunicado no qual denunciou a "ofensiva" retórica norte-coreana como uma série de "ameaças inaceitáveis" que "prejudicam a paz e a estabilidade na península" e reiterou seu compromisso de responder com dureza a um hipotético ataque do vizinho.
"Nosso Exército mantém uma completa preparação para não deixar pontos cegos na proteção da vida e a integridade dos cidadãos da Coreia do Sul", informou a Defesa em comunicado.
Visitantes olham mapa da Península da Coreia, em posto próximo à cidade fronteiriça de Panmunjon, na Coreia do Sul, neste sábado (30) (Foto: AP)
Por sua vez, o Ministério da Unificação sul-coreano, encarregado das relações com o Norte, minimizou a importância do último anúncio norte-coreano.
Tecnicamente, as duas Coreias seguem em guerra desde o fim da Guerra da Coreia (1950-53), que terminou com um armistício, e não com um tratado de paz.
A anulação do cessar-fogo abre, teoricamente, o caminho para uma retomada das hostilidades, mas, segundo os observadores, esta não é a primeira vez que a Coreia do Norteanuncia o fim do armistício, e é pouco provável que ocorra um ataque militar.
O armistício foi aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, e a ONU e a Coreia do Sul rejeitam uma retirada unilateral deste acordo por parte do Norte.
Na quinta-feira, em um contexto de escalada de tensões, dois bombardeiros furtivos B-2 norte-americanos sobrevoaram a Coreia do Sul, uma maneira de os Estados Unidos ressaltarem sua aliança militar com Seul em caso de agressão do Norte.
Pouco depois, o secretário de Defesa americano, Chuck Hagel, disse que os Estados Unidos estavam preparados para enfrentar qualquer eventualidade.
Foto do ditador da Coreia do Norte Kim Jong-un durante reunião com militares nesta sexta (29) (Foto: Reuters/KCMA)